Não era pra ser um jogo, nem uma disputa de quem aguenta mais. Não era pra ser algo pesado, que trouxesse dor. Eu gostava de quando era leve, espontâneo, cheio de risos gratuitos e carinhos onde o desejo e a cumplicidade falavam mais alto. Eu guardei tanta coisa que eu sempre quis ter dito, mas que por medo, insegurança e vontade de parecer forte nunca me deixaram falar. Escolhi a vaidade e o orgulho e deixei nos meus segredos escondidos a sete chaves, e agora não faz mais sentido, deixa pra lá. Eu senti tanto, que agora tanto faz.
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